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10 passos para entrar no mundo do e-commerce

Tema: E-commerce

17/12/2012

Fonte: blogdoecommerce (adaptado)

1- Entenda o mercado online e como sua empresa pode entrar nele
A ideia de que o negócio virtual é mais barato, não precisa de um plano de marketing e de pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado é um dos principais fatores do fracasso das lojas virtuais. É necessário analisar a concorrência e a viabilidade de venda na web de cada linha de produtos. As perguntas-chave: Esse produto vai vender na web? Já está saturado na internet? Mesmo que a resposta da última pergunta seja não, o produto é próprio para venda na internet??

As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos, segundo pesquisa da consultoria E-bit. O diretor geral da instituição, Pedro Guasti, aconselha a investir em nichos e diferenciação.

2- Legalize a sua empresa
É indispensável ter a documentação do empreendimento em dia. Ter a empresa legalmente estabelecida, com CNPJ, é essencial para não se tornar um vendedor de e-commerce informal. Além disso, sem a papelada você não pode oferecer nota fiscal nem garantia e o consumidor fatalmente não vai se sentir seguro para comprar em sua loja.

3- Escolha uma plataforma de vendas adequada
A Shop Delivery agora está com sua infraestrutura baseada no Windows Azure, fazendo uso de todo o potencial da plataforma de Cloud Computing da Microsoft, a fim de fornecer uma hospedagem com segurança, confiabilidade e alta-disponibilidade.

O Windows Azure é uma plataforma especial para execução de aplicativos e serviços, baseada nos conceitos da computação em nuvem. É um serviço totalmente hospedado e controlado pela Microsoft, 

4- Soluções de pagamento
Um dos quesitos que a e-bit leva em conta em sua avaliação do serviço online de uma empresa é a solução de pagamento. Quanto mais opções disponíveis, mais dor de cabeça para a empresa. Não é necessário ter as 17 alternativas de pagamento relacionadas no site da consultoria. Para garantir sua saúde financeira e evitar dores de cabeça ? principalmente num pequeno negócio ? vale usar PagSeguro ou um gateway de pagamentos que proteja você e o seu cliente de fraudes e, principalmente, do chargeback.

5- Faça pesquisas de satisfação e avaliação da marca
É importante saber a opinião do internauta e do consumidor sobre a sua loja e, mais importante, sobre o seu site. Crie um canal de comunicação com o cliente que permita a ele avaliar o serviço prestado e o site. Para melhorar a qualidade do serviço, ele é o melhor parceiro da empresa. Disponibilize telefone, endereço, formulário de contatos. E lembre: respostas claras e diretas, nada de enrolação.

6- Tenha um bom parceiro de logística
A logística do produto é um dos maiores desafios do varejo online. Na Livraria Cultura, por exemplo, entre o pedido ser feito e o livro chegar à casa do consumidor, há 15 (quinze!) empresas envolvidas. É preciso testar aos poucos e ampliar a área de entrega de acordo com a possibilidade. Os Correios hoje, são o maior fornecedor de logística para os pequenos e médios no comércio eletrônico brasileiro. Entretanto, muitas vezes, falha. O conselho? Sempre que acontecer um problema, entre em contato com o consumidor antes que ele reclame.

7- Informe o cliente de tudo
Uma das questões do e-commerce é o cliente não estar em contato direto com o produto. Além disso, ele deposita confiança na empresa, e espera que ela vá entregar e atendê-lo bem. Se ele não consegue entrar em contato com a loja rapidamente, vai se sentir inseguro, e o equilíbrio desta relação vai se romper: a loja perde o cliente.

Do SMS ao e-mail, há várias possibilidades. O mais comum é o e-mail. Disparo automático de e-mail no recebimento do pedido, na aprovação da compra e no envio do produto são fundamentais. Em casos mais sensíveis, como o de flores, por exemplo, há também quem mande SMS para informar ao cliente a chegada do produto ao destino. Nos canais de e-mail a resposta não pode levar mais que 12 horas. Com um pouco mais de investimento, é possível colocar um chat online. Atendimento por telefone é mais caro ainda, mas é a forma de comunicação mais direta que os consumidores podem ter com a empresa, e sempre vale a pena.

8- Seja claro sobre a política de privacidade e devolução
Política de privacidade dos dados do cliente e políticas de devolução de produto são fundamentais. É importante para a empresa informar sempre o cliente de como seus dados serão protegidos. A política de devolução de produtos também é necessária para não haver desentendimentos posteriores. Alguns produtos podem ser danificados no transporte e a empresa precisa estar pronta para agir caso isso aconteça. Lembre: na rede transparência, clareza e linguagem direta valem confiança e fidelizam o cliente.

9- Cuidado com o manuseio dos produtos
E por falar em danos no transporte, é importante acondicionar os produtos em embalagens adequadas. Livros e móveis têm necessidade de cuidados, mas não tanto quanto bolos de aniversário, flores e peixes de aquário, por exemplo.

10- Tenha um certificado de segurança
Como o próprio nome já diz, são selos que atestam a segurança do site. As empresas que conferem estes selos avaliam os riscos a que os sites estão expostos. O feedback delas permite criar um site seguro e, mais importante, provam para o internauta que determinada loja é confiável.

Assim como as formas de pagamento, ter muitos selos pode impressionar o internauta à primeira vista, mas é caro, trabalhoso e redundante. O melhor, e mais barato, é ter poucos e bons selos de segurança. E, caso você não tenha condições de contratar um servidor seguro (HTTPS), use o PagSeguro ou um gateway de pagamentos para garantir a segurança dos dados de seus clientes.





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